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[Background] James Taylor Evans - Inverno

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[Background] James Taylor Evans - Inverno

Mensagem por James Taylor Evans em Qua Dez 21, 2016 2:26 pm

Você quer brincar na neve?
44 Anos
Inglês
Humano Geneticamente Modificado
S.H.I.E.L.D.
Inverno
True Neutral
Descrição física
44 anos, 1,87m, 93kg, porte atlético característicos de exercícios frequentes, caucasiano, cabelos escuros espetados (as vezes lisos), olhos verdes, quando há indícios de barba esses são muito ralos no formato de costeletas, bigode e cavanhaque, cicatriz de aproximadamente 13 cm indo das costelas mais baixas da direita para atrás da cintura. Quando seus poderes estão sendo usados acima do normal, suas órbitas  se tornam prateadas e seus cabelos ficam platinados. Quando mais próximo do máximo seus poderes chegam, mais prateada suas órbitas se tornam.
PERSONALIDADE
James é uma pessoa relativamente calma, inteligente, simples em algumas coisas e refinado em outras, humilde com todos com que interage... com exceção das mulheres e garotas muito esbeltas, que deixam ele extremamente desconcertado, principalmente após o episódio de seu noivado. Mesmo que durante toda sua vida escolar até a faculdade ter sido considerado um aluno muito bom, James acabou se tornando cada vez mais um crescente símbolo de sucesso dentro da biologia atual por todas as suas linhas de pesquisa; Isso faz com quem não o conhece muito bem ou vê ele somente no laboratório, pense que este só se preocupa com seu trabalho e suas pesquisas, mas após conhece-lo um pouco melhor, descobre-se que o inglês só ama o que faz. Talvez o que faça ele mais se destacar é a facilidade para criar novas amizades e o bom humor. Hoje em dia, por ter que se adaptar a de  chefe da sua linha de pesquisa dentro da S.H.I.E.L.D., e de agente desta, o homem tem se tornado cada vez mais fechado e distante para assuntos pessoais, apesar de quando suas é chamado para realizar suas obrigações, este ainda consegue faze-las muito bem.
HISTÓRIA
James nasceu como um humano normal na cidade de Londres na década de 70, filho de uma professora com um vendedor de móveis. Desde muito pequeno o homem era um amante das descobertas, sempre querendo saber o porquê das coisas e o porquê dos porquês. Na escola, era um aluno exemplar, apesar das conversas paralelas e uma discussão mais alterada ou outra sempre marcarem parte de sua vida. Por causa disso, sempre ganhava prêmios de destaque acadêmico, mas já o destaque comportamental. Quando mais velho, decidiu que iria ser um cientista, visto seu amor pelas ciências, principalmente as biológicas. Contudo, quanto mais próximo disso chegava, mais problemas ele tinha com seus pais. Talvez pelo tom questionar, a partir da adolescência cada vez mais o inglês tinha discussões e discussões mais acaloradas com eles.
Apesar disso tudo, quando entrou na faculdade de biologia foi como se seu sonho estivesse sendo realizado, e ele viu que cada vez mais estava próximo de realiza-lo. Nos anos que sucederam sua entrada na universidade sua vida fora relativamente calma, tirando a morte de seus pais em um acidente de carro após uma discussão entre os três. Tal fato o deixou um pouco abalado e por causa disso, na tentativa de se proteger e não deixar os sentimentos e as dores aflorarem, o homem foi se fechando.
Quando terminou a graduação, entrou direto na pós-graduação e se focou cada vez mais nas pesquisas. Por causa delas, viajou diversas vezes pelo mundo, colaborando com outros pesquisadores em diversas universidades. Mas no fim, voltou a Londres para terminar seu PhD. Já em Londres, conheceu uma mulher – Laura - que deixaria uma marca nele para o resto da vida. Os dois namoraram por três anos, período em que ambos desenvolveram suas pesquisas em seus respectivos PhDs, e quando estavam para terminar, decidiram se casar. Contudo... o mundo não é um mar de flores, e James descobriu da pior forma a sensação de ser largado na igreja enquanto a pessoa que ele amava fugia com outro. Devastado, destruído, e achando aquele lugar tóxico demais para ficar após duas grandes tristezas em sua vida, James ficou um pequeno período de tempo em Londres e se mudou para Nova York onde havia sido aceito em uma empresa privada para trabalhar, por causa de uma aplicação que havia mandado antes do casamento.
Por uma década o inglês trabalhou nessa empresa, subindo de cargos e fazendo colaborações com diversas universidades dos Estados Unidos, até se tornar o fundador e chefe da principal linha de pesquisa: a Criobiologia. Mas novamente o mundo não é um mar de rosas. James pode ter nascido como um humano normal mas aparentemente vai chegar ao fim da vida como um humano geneticamente modificado. Por causa de seu trabalho com criobiologia, o inglês estava trabalhando em seu laboratório com cepas modificadas de bactérias que eram capazes de produzir substâncias usadas para forçar a criação de gelo na superfície de objetos. Uma de suas linhas de pesquisa, era a transferência do material genético de uma das cepas de bactérias capazes de produzir tal substância para um vetor viral, e a absorção deste pela atmosfera por algumas espécies de plantas que seriam usadas de cobaias e deixadas em uma câmara fechada por uma semana. Após essa uma semana de espera pelo teste na tal câmara, o humano acabou por não notar um erro no sistema de ventilação da câmara que não havia acabado de limpar a atmosfera do lugar e preenchido com oxigênio limpo (sem os vírus); consequentemente este entrou na câmara e depois de poucos segundos ali desmaiou pela atmosfera tão gelada e tão rarefeita. A última coisa que o inglês lembra de ter visto era a sala totalmente congelada. Se os colegas de equipe não tivessem visto este desmaiar pelo sistema de câmeras, o homem teria morrido ali mesmo. Nos dias que se seguiram o homem ficou internado com uma "gripe terrível", como os médicos disseram, o que nada mais era do que o corpo do inglês lutando com os vírus modificados, que acabaram por mudas suas células, garantindo a ele um poder que jamais poderia acreditar: criocinese. Após dez dias sob essa forte gripe, o corpo de James melhorou em um passe de mágica e ele voltou a sua rotina, sem nem mesmo imaginar o que havia acontecido dentro de si. E somente após eventos estranhos como acordar em seu quarto e este estar totalmente congelado, começar a nevar de repente em sua sala no laboratório, e congelar objetos cotidianos ao encostar neles que o homem descobriu suas novas habilidades.
Contudo, tais eventos não passaram despercebidos. Alguns poucos dias depois de tudo isso acontecer, alguns homens foram ao seu apartamento procurando-o, apreenderam ele e o levaram para um lugar que mais tarde ele ficaria sabendo ser uma das bases da S.H.I.E.L.D.. Lá, após dezenas de perguntas sobre suas novas habilidades, James acabou por confessar toda a história do acidente do laboratório. Por alguns dias os agentes da S.H.I.E.L.D. mantiveram o inglês detido, debatendo sobre o que fazer com ele e fazendo alguns testes com amostras de sangue coletadas dele na tentativa de isolar a proteína tão poderosa, mas falhando miseravelmente. Por fim, fizeram uma proposta ao homem: como aparentemente era impossível isolar o fator que gerava os poderes diretamente das amostras de sangue do inglês e replica-lo em outro ser vivo, James continuaria a fazer suas pesquisas na tentativa de aperfeiçoar tais técnicas (uma coisa que ele já fazia em seu antigo trabalho e o que acabou gerando seus poderes). Contudo, ele se tornaria um agente da S.H.I.E.L.D. (devido as suas habilidades e intelecto) e começaria a fazer aquilo dentro das instalações e sob as ordens de chefões da própria organização, além de colaborar em todas as pesquisas que eles requisitassem. Quando questionados pelo inglês se ele se negasse a fazer aquilo, os homens deram a cartada final dizendo que eles se prontificariam a prende-lo novamente e começariam a fazer estudos “à moda antiga”. Não restando opção, James aceitou e se tornou um novo agente e cientista da S.H.I.E.L.D., apesar de que vez ou outra ainda colaborava com antigos colegas da empresa em que trabalhava e professores de algumas faculdades. Hoje em dia, após tantas reviravoltas, discussões, mas vários acertos e missões bem feitas, James subiu na hierarquia e se tornou o líder da S.H.I.E.L.D. e segue comandando-a. Muitas pessoas tem o criticado por ele ter estar focando cada vez mais o dinheiro da organização na pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, e não na espionagem de outros grupos como "à moda antiga", mas ele sabe que faz isso tudo para ajuda-los. "Tecnologia é uma forma de poder" ele vive dizendo para os agentes que ousam desafia-lo e até alguns políticos.
OBJETIVOS/MOTIVAÇÕES
Talvez a coisa que mais de força para James continuar seguindo em frente dia após dia, e sendo o cientista que é, seja a possibilidade de marcar seu nome na história do mundo de alguma forma, seja com um grande numero de colaborações e publicações científicas, ou seja uma nova descoberta feita por si que poderá revolucionar o mundo de uma vez por todas. Seu maior sonho no momento é ganhar o prêmio Nobel da Biologia com os trabalhos que tem produzido nos últimos anos na área de Criobiologia. Caso ganhe o prêmio, o dinheiro que conseguirá, somado a recentes ofertas de investimentos, será o suficiente para este abrir o próprio laboratório e fundar sua equipe de pesquisa, na tentativa de fazer mais avanços ainda em suas pesquisas e começar a comercializar certas tecnologias. Caso não consiga ganhar o Nobel... ele é o chefe de sua equipe de pesquisa, então provavelmente terá outras oportunidades no futuro para ainda ser indicado e ganha-lo. Apesar disso, estando onde está agora, isto é, a S.H.I.E.L.D., ele ainda pode tentar fazer alguma coisa para deixar sua marca no mundo, na tentativa de deixa-lo melhor para a humanidade e as próximas gerações.
PREFERÊNCIAS
Como um bom nerd, James gosta de colecionar livros, desde ficção científica com Isaac Asimov e Frank Herbert, até fantasia com Tolkien e os atuais sucessos de George Martin, passando hora ou outra pelo terror clássico de Bran Stoker e Lovecraft, e o terror atual de Stephan King. Além disso, como todo inglês, ele está sempre pronto para conversar sobre o tempo com quem quer que seja sendo este um de seus assuntos preferidos. E é claro sobre biologia, sua área de atuação. Além disso, quando está com tempo, outros passatempos seus sempre são andar pela cidade em busca de lugares novos ou simplesmente para ver pessoas diferentes, ir a cafés, livrarias, shoppings, pizzarias, lanchonetes e muito dificilmente em danceterias, as vezes com os amigos do laboratório para desestressar e rir um pouco, as vezes sozinho, buscando esparecer a mente ou relaxar somente. Por fim, três vezes por semana o inglês vai a uma academia se exercitar.
Na questão de alimentos e bebidas, James sempre gostou da culinária européia, passando pelos vinhos da França, massas da Itália, bacalhaus de Portugal, suínos da Espanha, kebaps da Turquia, batatas fritas da Bélgica, cervejas da Alemanha, chocolates da Suíça e vodkas da Rússia. Já na América, vem percebendo que não é em todo lugar que vai conseguir um bom prato de comida devido a onda do fast-food. Contudo, este vem descobrindo alguns restaurantes típicos espalhados por Nova York e outras cidades que tem que visitar pelo laboratório que trabalha. Um detalhe a se dizer é que o homem é alérgico a amendoins, lagostas e soja, ficando com um tremenda alergia na pele quando ingere um destes três, e as vezes até com falta de ar.
James não tem um gosto muito específico para roupas. Em um dia ele pode estar usando um sobretudo preto com um chapéu fedora, no outro uma jaqueta marrom com óculos de aviador, e no outro um sweater a lá abelhão com listras pretas e amarelas, e calças preta de algodão. No quesito sapatos, ele prefere os tênis e sapatênis claros ou muito escuro, e sapatos sociais. Em geral, seu guarda roupa vai se prender mais ao couro (ou suas imitações fajutas) e algodão, dando preferência ao preto no caso de jaquetas e sobretudos, e a cores vibrantes como o carmesim, vermelho sangue, amarelo fosco e abelha, azul marinho, ciano, e verde floresta. Isto tudo unido aos jalecos brancos que usa quando trabalha.
Por fim, no quesito relacionamentos, antes de se mudar para os Estados Unidos James tivera algumas poucas namoradas em curtos períodos de tempo, e chegou até mesmo a noivar (no mesmo período de tempo em que terminava seu PhD), sendo largado na igreja por sua noiva, que havia fugido com um primo. Após o acontecido, este acabou por se isolar emocionalmente por um tempo, terminou sua pós-graduação e até mesmo aceitou uma proposta de emprego em Nova York, para se afastar daquele ambiente que vivia por um tempo. Após a mudança, nunca mais se interessou por nenhuma mulher, por preferir não criar laços amorosos destrutivos novamente, embora tenha uma leve tendência a se sentir mais atraído por ruivas naturais.
EXTRAS E LINHA DO TEMPO

NOVA ENTRADA:

DATA: Final de fevereiro.

RELATÓRIO: Chegou hoje um carregamento de material biológico novo. Pelo que parece, finalmente a universidade russa nos enviou as bactérias que havíamos requerido. Enquanto descarregavam todo o material nos fundos do laboratório, fui para minha sala responder o e-mail para a Rússia avisando que o material havia chego e perguntando o motivo da demora. Recebi como resposta que aquele material era de difícil localização e coleta, por viver em nos confins mais gelados da Sibéria.


NOVA ENTRADA:

DATA: Início de Março

RELATÓRIO: Começaram os estudos das tais bactérias siberianas e pelas análises primárias, já podemos perceber que aquela era possivelmente uma nova espécie. Uma nova espécie muito especial que pelo que diziam as leituras, produziam uma estranha proteína que não constava em nossa base de dados. Será que seria possível descobrirmos uma proteína totalmente nova?


NOVA ENTRADA:

DATA: Meados de Abril

RELATÓRIO: Apesar dos avanços das pesquisas, pequenos acontecimentos estranhos tem acontecido com as bactérias. Toda vez que colocamos elas para crescer nas placas de petris, estas demoram para se multiplicar, e começa a surgir nas placas finas camadas de gelo. Contudo, se guardamos as bactérias em tubos de ensaios e colocamos elas em tubos de nitrogênio líquido para deixa-las hibernando por um tempo, quando retiramos elas dali, o tubo de ensaio está com dezenas de colônias de tais bactérias.


NOVA ENTRADA:

DATA: Início de Junho

RELATÓRIO: Tivemos boas e más notícias. Descobrimos que o ambiente perfeito para a proliferação das bactérias é o gelado. Contudo, ao guarda-las nas geladeiras onde ficam as espécies comuns e deixa-las um final de semana inteiro ali, ao abrir a geladeira de novo, descobrimos esta totalmente congelada por dentro, quase que cristalizada.


NOVA ENTRADA:

DATA: Final de Junho

RELATÓRIO: As pesquisas continuam, e parece que a capacidade de resistir ao frio e congelar as coisas da bactéria está interligada com a proteína estranha que já havia dito. A partir de análises mais complexas, descobrirmos ser uma proteína totalmente nova e exclusiva da bactéria. Nosso próximo passo consistirá na tentativa de replicação em uma escala um pouco maior da proteína.


NOVA ENTRADA:

DATA: Meados de agosto

RELATÓRIO:Estamos conseguindo replicar bem a proteína e fazer pequenos testes com ela. Uma coisa importante que descobrimos é que em alta concentração, está se torna extremamente reativa, causando os episódios de congelamento passados. Contudo, em baixa concentração é de manuseio um tanto quanto mais fácil, mas ainda assim perigoso. Outra coisa que descobrimos foi que ela rouba o calor do ambiente - "Como?" é a grande pergunta - e dai que vem seu poder de congelamento, não dependendo da umidade do local em si.


NOVA ENTRADA:

DATA: Meados de Setembro

RELATÓRIO:Começaram os testes de contaminação de plantas com as bactérias, na tentativa de fazer com que essas aproveitem o organismo das plantas para aumentar a produção da proteína. Contudo os testes falharam, e nossos testes apontaram que a falha foi pelas bactérias, na tentativa de se manterem em um clima aceitável, soltaram sua crioproteína na atmosfera, como nos casos anteriores, o que acabou por congelar o ambiente, inclusive as plantas, impedindo que as bactérias pudessem usar sua maquinaria celular.


NOVA ENTRADA:

DATA: Início de novembro

RELATÓRIO: Fiquei mais tempo do que o normal sem dar o update aqui. Nas últimas semanas, depois de muitas discussões e averiguações, viemos trabalhando na construção de um novo vetor para a o experimento com as plantas: um vírus. Nosso plano é infectar as partes reprodutoras das plantas a fim de que somente essas se tornem modificadas com o o pedaço de DNA que codificará a crioproteína. Contudo, temos o risco de que o vírus afete também outras partes das plantas e comece a se multiplicar sem controle, sendo solto na atmosfera durante a respiração das mesmas. Visto que há 45% de chance de isso acontecer, estamos mudando as plantas para uma sala onde poderemos limpar a atmosfera antes de conferir os dados.


NOVA ENTRADA:

DATA: 10 de novembro

RELATÓRIO: Tudo pronto, criamos o vírus, infectamos as plantas e trancamos elas na sala. Elas tem tudo o que necessitam lá, um atmosfera parecida com a nossa, luz, e água. Em uma semana iremos ver como as coisas saíram.


NOVA ENTRADA:

DATA: 16 de novembro

RELATÓRIO: Amanhã é o grande dia. Se tudo der certo, os frutos deverão estar começando a nascer com uma pequena camada impermeabilizante de gelo por cima deles.


NOVA ENTRADA:

DATA: 30 de novembro

RELATÓRIO: Cheguei do hospital hoje. Quando abri a porta da sala onde estavam as plantas, acabei por desmaiar quase que imediatamente devido a onda de frio que me atacou. Contudo ainda me lembro de ver toda a sala cristalizada e somente as plantas normais. Fiquei 12 dias no hospital sob uma "forte gripe" de acordo com os médicos, mas que desapareceu décimo dia, sendo que deste até ontem, melhorei muito rapidamente. Sobre o experimento, aconteceu o que esperávamos, o vírus tomou o corpo de todas as plantas, fazendo com que estas por inteiras produzissem a crioproteína, e não só o fruto, se tornando imunes à proteína também. Isso explicava não estarem congeladas. Por via das dúvidas, promoveram testes de sangue em mim para saberem se eu estava com o vírus das plantas, para caso o sistema de ventilação da sala tivesse falhado, mas os testes deram negativos.


NOVA ENTRADA:

DATA: Segunda semana de Dezembro

RELATÓRIO: Estamos continuando com as pesquisas, analisando os dados do último experimento. Mas o que mais me tem preocupado, são alguns acontecimentos estranhos nos últimos dias... como a falta de frio, em quase pleno inverno, e o estranho fato de vez ou outra, quando seguro um copo com mais força, este criar como se fosse uma película de gelo em volta de si. Além disso, posso jurar que uma vez que espirrei, saíram flocos de neve da minha boca. Por mais louco que pareça... estou me convencendo que posso ter sido contaminado com o vírus, e estou produzindo a crioproteína.


NOVA ENTRADA:

DATA: 27 de Dezembro

RELATÓRIO: Na última noite e a tarde tive a confirmação de meus medos. Estou produzindo a crioproteína. Acordei de manhã com todo meu quarto congelado, e em um acesso de loucura, acreditei que poderia fazer nevar dentro de minha sala e o fiz! De algum modo a crioproteína não foi acusada no teste de sangue. Não posso contar isso a ninguém, pois sei que se o fizer, toda minha carreira estará destruída e começaram a fazer testes em mim mesmo. Terei que manter esse segredo para o resto da vida e aprender a controlar meus novos.... poderes. Não posso deixar vir isso a público de qualquer jeito. Não posso.
FÍSICO OCUPADO: NAGISA — KANTOKU
LU


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Re: [Background] James Taylor Evans - Inverno

Mensagem por Anjo em Qua Dez 21, 2016 9:58 pm

FICHA APROVADA


Ficha coerente é bem explicativa, recebe 204 de PF's, dando-lhe direito a nível 2, está liberado para postar a ficha de status e também iniciar e participar de RP's, bom jogo
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