Fontes

[Background] Calleb Smith - White Wolf

Novo Tópico   Responder ao tópico

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[Background] Calleb Smith - White Wolf

Mensagem por Calleb Smith em Sab Jan 28, 2017 6:40 pm

start the riot
Idade
Asgard
Asgardiano
Shield
White Wolf
Neutro Bom
Descrição física
Calleb está na média humana estadunidense no que diz a altura com 1,83 metros, já seu peso é de uns 90 quilos para cima, visto sua constituição asgardiana, com corpos e ossos mais densos, o que contrasta com um visual de um corpo elegante e bem distribuído. Seus cabelos são castanhos claros, puxando quase sempre para o topete, ele não se apega muito a esse, podendo cortar tudo quando dá na telha. Seu rosto por um todo é afilado e deixa sua barba crescer numa atitude mais firme. Seus olhos são o chamariz de tudo, por ser tão azul quanto pode ser. Ademais, tem algumas cicatrizes espalhadas pelo corpo devido as marcas de guerra e uma tatuagem no abdômen de um lobo todo branco, lembrando a ele sobre o possível ragnarok e de onde veio. Essa tatuagem lhe rendeu o apelido de White Wolf.

PERSONALIDADE
Um homem muito forte, altivo, sabe o que faz. Já teve que fazer algumas coisas da qual não se orgulha, o que ele buscou compensar praticando o bem. Pragmático gosta de fazer as coisas bem feitas até o último detalhe, encara o peso de responsabilidades com facilidade e missão dada deve ser cumprida. No geral, se relaciona bem com todos, valorizando uma amizade verdadeira. Limpo de vícios e más influências não chegam a ser o escoteiro da turma. Gosta de liderar quando acredita que é o mais qualificado para tal. Seus robes se diversificaram diante do tempo. Faz de tudo quando pode. Sua única obsessão é sua filha, Nebula e tenta ser um pai zeloso.

HISTÓRIA

Asgard



A opulência massiva da cidadela dos deuses pairava sobre a imensidão do espaço, ao fundo desta a Bifrost corria por várias direções seguindo rumos diferentes, ruas se entrelaçavam em volta de grandes construções e nelas muitas almas continuavam, perspicazes, sua vida. O ferreiro tocava a marteladas sincronizadas o seu sétimo trabalho do dia, o comerciante gargalhava de sua própria piada enquanto vendia suas mercadorias, a guarda real marchava em grupos nos diversos pontos local e ao fundo o era de certo de se ouvir sempre eram as cantorias e as alegrias da taberna. Ali e aqui sempre ocorria um desentendimento típico do sangue quente dos nórdicos como: O som abafado de chutes e pontapés; ou a dissonância de duas lâminas se encontrando; Ou o corte de ar de uma flecha atravessando o seu percurso em direção ao seu alvo. No geral, tudo ocorria bem. Num grande castelo, cercado de suas muralhas, na torre mais alta, afastada da confusão da cidade, uma silhueta iluminada pelo Sol e pelos mais diferentes tons de azul olhava o horizonte. As sombras de seu corpo se alongavam para dentro do quarto se unindo as dos móveis presentes. Uma mãe pousava seus braços tão cuidadosos, acalentando seu único filho prevendo que não poderia fazê-lo novamente. Seus cabelos ruivos tocavam com força o limite da janela, impulsionados pelo vento numa dança de fúria. Seus olhos verdes se estreitavam numa mistura conjunta com seu rosto, de serenidade e apreensão. Imersa em sua meditação, não percebeu o movimento da cama atrás de si. Outro corpo ergueu-se de seu sono e andou em sua direção. Tocou seu corpo coberto pelo vestido fino, o envolveu, beijando seu pescoço em seguida. —  Não há outra forma? — Surgiu essa exclamação da boca do homem de cabelos negros. Por alguns instantes parecia que não haveria respostas para ele, enquanto a moça permanecia imóvel, até que seus lábios voltaram a se mover devagar. — Não... Se ele ficar, sofrerá as consequências do que está por vir. Nosso filho deve partir.

Aqueles foram os últimos momentos em família que a criança teria talvez por toda uma vida. Naquela mesma noite, ele foi mandado através da Bifrost por Heimdall para Midgard, o Mundo dos Homens.


Ano de 1885, Estado de Ohio, Condado de Cuyahoga, Cleveland, Estados Unidos



Uma longa chuva castiga o estado de Ohio, parecia que um ciclone inesperado se formava nas proximidades da cidade de Ohio, no Lago Erie e uma tempestade descomunal acompanhava o fenômeno. A cidade estava em estado de emergência apreensiva, a medida que via que o ciclone parecia vir em direção a eles, raios assolavam por vários pontos a cidade e as correntezas castigavam a margem. Todos foram aconselhados a ficar em suas casas enquanto as autoridades pretendiam cuidar do caso. Em um dado momento, todos os raios se juntaram num só feixe de energia e acertaram o oceano a 300 km's da costa. Cerca de segundos após o feixe, tudo se normalizou, até um possível tsunami devido ao abalo do raio, não ocorreu. Durante os próximos dois dias, todos os noticiários atestaram o fato, nenhuma das organizações conseguiu explica-los, inventando alguma teoria que fosse conveniente para obscurecer sua falta de esclarecimento. No terceiro dia, foi autorizado o movimento no lago, tanto turismo, como pesca, dentre outras. Neste mesmo dia, um pescador simples, em modos e em equipamentos, fazia sua pesca diária pelo seu sustento. Depois de vinte minutos ao ter jogado sua rede, puxou-a e nela além de peixes, trouxe uma criança. O maior susto do homem não foi ver apenas uma criança, foi perceber que ela estava viva e envolta numa estranha aura verde. Assim que o tocou esta aura desapareceu. Temendo ser taxado de mentiroso, ou coisa pior, levou o garoto para casa em segredo e junto com uma mulher cuidou dele. Aos poucos, o que parecia temporário tornou-se fixo. Ambos não podiam ter filhos e adotaram o garoto. Donald Rumsfeld, o primeiro nome que recebeu na Terra, foi um garoto esperto, corria sempre perto de casa com os amigos, sonhava em ser um bom pescador igual ao "pai", chegou até o sê-lo, amou Katherina de Hidalgo, imigrante no país e suas vidas foram interrompidas pela guerra.

Quando os Estados Unidos entrou na guerra ele fez questão de se alistar. Já naquele lugar, foi considerado um dos melhores recrutas do pelotão, esforçado, ágil e forte. Marchando na linha de fronte, foi acertado por uma mina, a seguinte explosão lhe custou sua memória e o que pensava ser sua vida...


Asgard, alguns dias depois de sua partida...



Um pequeno conselho dos Æsir foi reunido para julgar a situação pelo qual as ações de Edyni, Asynjor do Clima, da Água e em menor escala dos Presságios, da Noite, da Magia, quase resultaram na descoberta de Midgard sobre Asgard. No palácio de Valaskjálf, morada do Pai de Todos, uma mesa em forma de "U" invertido, tomava boa parte do cômodo, em cima dessa, muita comida estava posta na mesa, os deuses sentados em cadeiras na extremidade externa, com Odin na ponta central, na parte central interna a Asynjor se prostrava de mãos próximas ao corpo, uma sobre a outra, de pé, com um olhar firme e orgulhoso para o líder. Era possível ver dentre eles, Odin, Frigg, Loki, Thor, Vili, Heimdall, Vidar, Váli, Balder (ainda vivo), Freya, Vé, Uller, Nani, Syf, Tyr, Syn (irmã de Edyni), Njorn (representando os Vanir) e Austregg, pai do garoto, filho de Odin, Æsir do Sol, da Manhã, das Armas, um grande lutador. Os homens comiam, de forma voraz, enquanto as mulheres tomavam taças de vinho ou comiam alguma fruta, graças a Odin que havia liberado para que comecem um pouco antes do julgamento. Quando o líder levantou sua cabeça, olhando com seu único olho para a ré, Hugin e Munin que estavam encostados em cada extremidade do trono, crocitaram e todos levantaram seus olhares para a ré. Odin foi o primeiro a falar, perguntando por qual motivo ela havia enviado seu filho pela Bifrost e por que naquele lugar. Edyni, com sua voz incrivelmente bela, começou a explicar que havia tido uma visão, que não só o Ragnarok estava próximo como algum mal interno prejudicaria ou mataria os deuses. O pai de todos ficou indignado, que como ele, um dos senhores proféticos, portador da cabeça de Mimir, com a sabedoria da Árvore da Vida, não possuía tal entendimento. A deusa respondeu que, isto lhe afetava diretamente, pois seu filho seria um dos primeiros, portanto, ele não podia prever ou ver algo que não o fosse de imediato. Como sábio que é pausou sua fala, sabia que precisava pensar sobre o assunto, então abriu a discussão para alguns outros deuses como: Tyr, Vili, Vé, Uller, Heimdall em forma de depoimento; alguns foram em sua defesa, Syn, Frigg, defendendo o direito de uma mãe se preocupar com seu filho, Austregg, Thor, Syf, Nani; e poucos foram contra, como Freya. Loki que até então estava se saboreando com seu estranho humor sádico, viu que sua diversão poderia acabar cedo e decidiu agir. Sussurrou no ouvido de seu pai, que mesmo que ela não tivesse feito nada de errado, ela havia o feito sem lhe comunicar o que era insubordinação. Visto este novo fato, comunicou a penalidade de 15 anos asgardianos, alguns séculos humanos e ao garoto ia passar os mesmos anos exilados de Asgard.


Década de 40



Quando foi acertado pela mina, o asgardiano foi tratado como morto pelos médicos, enterrado com honras pelo tempo de serviço e esquecido. Na verdade seu corpo se recuperava gradualmente de ferimentos graves, quando, voltou a vida. Sua mão direita irrompeu do solo profano, seguida da outra e depois do resto de seu corpo. A força asgardiana fez-se valer nessas horas. O choque foi inevitável. Primeiro por suas memórias que haviam desaparecido, depois ele precisava saber o motivo de estar enterrando enquanto vivia. Calada da noite, seus movimentos, porém acabariam por atrair o coveiro que morava no local, antes que fosse avistado fugiu. Ao se distanciar o bastante escondido na floresta, teve fome e ao pensar no que poderia comer algo encheu seu bolso. Enfiou a mão dentro, tirando uma maçã, completamente dourada, não se sabia como e por que aquilo estava com seu vestuário. Imaginou que alguém o esqueceu. Arriscou uma mordida, devido à fome e sentiu seu corpo inteiro se preencher de uma energia descomunal, seus músculos ficaram ainda mais rígidos, sua vitalidade retornou, sua fome desapareceu e seu corpo vibrava a uma velocidade que mal conseguia ver suas mãos. Comeu toda a maçã e arriscou dar um passo. Quando abriu os olhos novamente, estava no meio da floresta. Tentou outra vez com os olhos abertos e percebeu que as coisas se movimentavam em câmera lenta enquanto ele se deslocava a uma grande velocidade. Nesse momento teve a explicação de algumas coisas sobre si mesmo, ele não era normal, humano ou não.  

Tudo que tentou fazer depois foi voltar a uma vida normal, assumiu uma nova identidade já que não se lembrava da anterior, com documentos falsificados, ele odiava ter que fazê-lo, preferindo investigar sobre quem era de verdade quando tinha tempo. Com a entrada do país na guerra, ele se viu no mesmo dilema de um herói que só surgiria séculos depois. O encargo de ter um grande poder e fazer a diferença novamente ou permanecer nas sombras ignorando o sofrimento alheio. Pelo seu sentimento de dever, herdado ainda de sua primeira vida, não pode escolher outra se não a primeira. Sob o nome de Trevus Hall, entrou na guerra contra o Eixo.

No treinamento já se mostrou hábil em seu físico, na verdade assim que passou no teste foi posto na linha de frente. Teve papel importante em batalhas terrestres com armas de fogo, apesar de não gostar delas. Foi deslocado para marinha, onde pilotou alguns aviões, devido sua grande proficiência até conheceu o Capitão América, numa operação considerada de alto risco, pilotou o avião que transportou ele e outro cara "durão", chamado Logan, no resgate de algumas famílias capturadas. Foi um dos momentos pelos quais ele não regalia muito em esquecer, pois percebeu pela primeira vez que não era o único incomum. A verdade é que fez certo esforço para participar daquele momento e nada foi por acaso. Ambos eram conhecidos por seus feitos incríveis. Em outra missão tomou conhecimento da Hydra, pois bombardeou uma de suas bases.

Além de pilotar o que ele mais amava a leitura, sobretudo era uma forma de se manter são. No campo de batalha viu homens perderem a sanidade, apesar de ter contato com algumas coisas anormais, por pensar ser propriamente um super-humano, precisava ter um alento sobre suas origens. Sua atuação em frente à batalha e seu profundo interesse sobre o sobrenatural atraíram um estranho grupo. Numa noite densa, enquanto as tropas descansavam após uma semana intensa de batalha contra as tropas sicilianas, a barraca de Trevus foi invadida por uma grande escuridão. Espantado, enquanto as luzes apagavam o rapaz pegou sua arma. Logo as sombras se recolheram e cinco indivíduos surgiram. A maioria estava de, sobretudo devido ao frio que fazia e até onde ver todos eram humanos na aparência. Com a arma ainda engatilhada e mirando neles esperou uma resposta. Um homem de olhos muito azuis e uma máscara em seu rosto deram alguns passos a frente com as mãos para cima. — Calma soldado, estamos do mesmo lado. Vê? Desarmados... — Apontou para todos os outros que mostraram que não guardavam armas debaixo do sobretudo. — Somos os Nefastus e estamos aqui para lhe fazer uma proposta. — O homem, começou a explicar quem eram eles e qual seus objetivos com o rapaz. Eles eram um grupo que se propunha a combater e monitorar ameaças sobrenaturais. Cada um possuía uma habilidade diferente e disseram que ele seria de grande ajuda na próxima missão deles. Foi difícil no início convencê-lo daquelas coisas, até que o líder prometeu que poderia explicar algumas coisas sobre sua história e seus poderes. Exato que naquela noite, junto deles, ele enfrentou um estranho culto ocultista que dominava certo grau do que depois ele entendeu como magia. De fato sua velocidade surpreendeu aqueles feiticeiros, tornando fácil derrota-los. Aquela pequena aventura nunca iria sair da sua memória enquanto durasse e apesar de indicarem que iriam chama-lo de novo, nunca o fizeram. Tudo que o líder do grupo disse a ele no final da missão, foi que seus poderes tinham uma origem sobrenatural e que tudo iria se esclarecer em breve.


De volta a Asgard



Sua consciência ou memória vai se perder de novo muito depois da guerra, em 1956, quando já havia percebido que não envelhecia como seus amigos e estava preocupado com isso. Havia sido dispensado da marinha alguns anos antes, buscou prosseguir a vida, tornou-se carpinteiro, se casou com uma italiana, Piersa Bentinelli e eles tiveram uma filha. Numa tarde saiu em busca de madeira para seu trabalho, foi à floresta e enquanto cortava algumas árvores teve um ataque convulsivo. Perdeu toda a memória e caiu inconsciente no chão. Enquanto tinha o ataque, um corvo espreitava em meio às árvores, observando. Logo uma luz acertou o lugar vinda do alto e ele foi abduzido. Levado a Asgard por ordem de Frigg a Rainha Mãe, foi cuidado como igual. Assim que se recuperou tomou um susto ao ver que dois indivíduos o observavam e ele estava num lugar que ele não conhecia. Os dois o acalmaram e explicaram que eram seus verdadeiros pais. Depois explicaram sua situação. Ele tinha um grande problema no cérebro devido ao teleporte feito as pressas quando ele foi mandado para a Terra, só que com as magias medicinais poderosas ele haveria de recuperar a memória, no momento ele ainda estava em choque. Edyni ainda era cativa, conseguiu, porém essa visita ao seu filho, o que não impediu sua volta a cela. Austregg levou o jovem até sua casa por direito e por um curto período de tempo pode ter o gostinho do que é ser feliz. Aprendeu sobre a cultura asgardiana, a lutar, a língua, sobre sua família... E até sob seus poderes. Era como se fosse um turista num país estranho, numa vida nova. As partes mais importantes ainda eram as visitas as sua mãe. Ela contava tudo sobre todo o cuidado que tinha com seu filho e sobre seus avós. Com o tempo, se aventurou em ensinar-lhe a magia que ela praticava. Mesmo não tendo contato antes, ele parecia ter sido feito para aquilo. Com suas lembranças retornando, percebeu o quanto aquele homem mascarado tinha razão e se perguntou por que ainda não havia sido chutado de Asgard. Ele descobriu pela boca da rainha mãe que havia intercedido em favor dele e que acima de tudo o Pai de Todos havia entrado em seu estágio de sono profundo. Viveu dias muitos felizes conhecendo os outros deuses, os que eram a favor da sua estadia e até os que não gostavam dele. Seus planos mudaram quando ele decidiu pedir a Heimdall para lhe mostrar Midgard. A terra estava em grande perigo e seus sentimentos pelo planeta encerraram sua decisão no sentido de voltar. Quando contou tudo aos seus pais, ambos reagiram negando sua volta, ele realmente entendia sua reação, só que nada poderia o fazer trocar de ideia, então decidiram apoiá-lo no final. Sua mãe não pode estar presente na sua despedida, mas deixou um presente para ele. Tocou com seu dedo na testa do seu filho transferindo todos os seus feitiços para ele, pelo menos os conhecimentos para realizarem. Dizia que era uma herança de família. Perto da Bifrost, houve mais despedidas e presentes. Seu pai lhe deu uma espada feita de uru, era leve, cabo prateado, sofisticada, com algumas inscrições na sua língua mãe, ele a nomeou como Arabella e recebeu um baú com riquezas da sua família. Frigg queria presentear ele com mais alguma coisa, mais revelou um grande segredo, a mação de ouro havia sido presente dela e que havia o dado e talvez ele o agradecesse depois. Sua tia Syn, que tanto amava, provando ser uma lutadora esplêndida, deu a ele uma benção para atravessar os portões mágicos dos quais ela era protetora, incluindo sua terra natal.


Terra, anos 2000, época atual



Assim que chegou a Terra, foi surpreendido por um homem negro, que estava encostado num carro luxuoso, vestia um, sobretudo preto, despossuído de cabelos e com um tapa-olho que escondia seu olho direito. Era ninguém menos que Nick Fury, com uma pasta na mão. Quem o asgardiano não conhecia e estranhou aquele homem com um carro parado numa estrada deserta no meio de uma floresta. Assim que se aproximou dele, Nick Fury logo jogou a pasta em sua mão. —  Não tenho tempo para discutir. Você quer liberdade, fazer a diferença? Aí está sua oportunidade. Daremos-lhe cobertura, todas as identidades falsas que precisar, apenas entre no carro.— Disse ele mesmo entrando no banco do motorista, acendeu um cigarro esperando o sujeito. Calleb, como viria a escolher, ficou paralisado, com o que ouviu. Nick continuou. — E eu posso falar onde anda sua filha... — Isso foi o suficiente para fazê-lo entrar no carro e seguir caminho. No mesmo dia descobriu que Thor, seu tio, havia indicado ele para a Fury.

Demorou um grande tempo até o asgardiano se acostumar com aquilo tudo. Espionagem, ou mesmo confronto furtivo não era um conceito da sua terra natal. Quando conseguiu se acostumar combinou, força, velocidade, a garra do combate de Asgard e a sutilidade do treinamento da SHIELD. Logo era um dos melhores combatentes da agência e como um espadachim era imensurável sua capacidade. Devido a uma tatuagem cravada magicamente nas suas costas desde o nascimento, ficou conhecido como o lobo branco, mesmo assumindo o nome civil só de Calleb Smith. O que ainda surpreendia todos era sua ligação extremamente forte com a magia. Ele era o homem de confiança quando o assunto era casos sobrenaturais, entrando fundo no ocultismo e esoterismo humano, satisfazendo sua sede pelo conhecimento. Armado de todos estes recursos, ele jurava que estaria pronto para sobreviver a profecia de sua mãe e foi um ledo engano. Loki havia armado um grande circo, tudo que um Ragnarok precisava. Os Deuses foram pegos por uma armadilha, Calleb junto. Os deuses estavam levando a pior, pois o Deus das Trapaças e seus aliados eram fortes, mais junto com os aliados Thor conseguiu virar o jogo e Calleb ajudou. Foram dias de glória, todos foram aclamados e finalmente o herói ganhou seu nome reconhecido. Kan, Deus da Tempestade, dos Feitiços, do Combate Justo e da Fúria. Um dos Protetores de Midgard. Sua mãe finalmente foi liberta e seu pai ficou ainda mais feliz com o retorno dela. Tudo isso deu a ele animo para finalmente ir atrás de sua filha. Com informações privilegiadas, ele descobriu sobre sua filha ser uma heroína no mundo humano, seus poderes eram controle sobre o clima, era uma combatente excelente e no seu dossiê alegavam que seus poderes eram de origem asgardiana. Viu até seu antigo nome, nos documentos, Trevus Hall. Não consegui ler o resto, contava sobre a morte de sua esposa. O que precisava saber é que estava atrás de Leona Bertinelle, mais conhecida como Nebula. Sua alegria foi interrompida quando, chegado ao apartamento dela, tudo havia sido revirado. Na parede um pequeno desenho de um olho feito com sangue. Conhecia aquele símbolo e isso era uma péssima notícia. Estava na hora de convocar os seus velhos amigos...



OBJETIVOS/MOTIVAÇÕES
Seu principal objetivo é recuperar sua filha e fazer com que seus raptores paguem com suas vidas.
PREFERÊNCIAS
Odeia armas de fogo
EXTRAS E LINHA DO TEMPO
Nebula, é semi-asgardiana, mais herdou a longevidade do pai e apesar de parecer ter 18 anos ultrapassa a casa dos 100

A tatuagem de lobo foi dada por sua mãe para que nunca esquecesse a profecia.

O presente de Frigg era muito mais que uma maçã de ouro, deu dons além de sua imaginação

Calleb, não se sente próximo de seu avô e nutre uma repulsa por ele
FÍSICO OCUPADO: NAGISA — KANTOKU
LU


avatar
Localização :
Desconhecida

Mensagens :
12

Dólares :
775

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [Background] Calleb Smith - White Wolf

Mensagem por Feiticeira Escarlate em Ter Jan 31, 2017 11:41 am

Ficha REPROVADA.

Calleb, sua ficha está muito boa mas há um pequeno porém. A quantidade de XP inicial e a distribuição de nível se dá pela idade do personagem. Eu entendi que ele como asgardiano é um ser bem velho e tal, mas preciso que edite sua ficha, colocando a idade para que outros também possam saber disso. Assim que arrumar, estarei avaliando novamente.
avatar
Admin
Localização :
--

Mensagens :
190

Dólares :
3027

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [Background] Calleb Smith - White Wolf

Mensagem por Calleb Smith em Ter Jan 31, 2017 11:50 pm

start the riot
185 Anos
Asgard
Asgardiano
Shield
White Wolf
Neutro Bom
Descrição física
Calleb está na média humana estadunidense no que diz a altura com 1,83 metros, já seu peso é de uns 90 quilos para cima, visto sua constituição asgardiana, com corpos e ossos mais densos, o que contrasta com um visual de um corpo elegante e bem distribuído. Seus cabelos são castanhos claros, puxando quase sempre para o topete, ele não se apega muito a esse, podendo cortar tudo quando dá na telha. Seu rosto por um todo é afilado e deixa sua barba crescer numa atitude mais firme. Seus olhos são o chamariz de tudo, por ser tão azul quanto pode ser. Ademais, tem algumas cicatrizes espalhadas pelo corpo devido as marcas de guerra e uma tatuagem no abdômen de um lobo todo branco, lembrando a ele sobre o possível ragnarok e de onde veio. Essa tatuagem lhe rendeu o apelido de White Wolf.

PERSONALIDADE
Um homem muito forte, altivo, sabe o que faz. Já teve que fazer algumas coisas da qual não se orgulha, o que ele buscou compensar praticando o bem. Pragmático gosta de fazer as coisas bem feitas até o último detalhe, encara o peso de responsabilidades com facilidade e missão dada deve ser cumprida. No geral, se relaciona bem com todos, valorizando uma amizade verdadeira. Limpo de vícios e más influências não chegam a ser o escoteiro da turma. Gosta de liderar quando acredita que é o mais qualificado para tal. Seus robes se diversificaram diante do tempo. Faz de tudo quando pode. Sua única obsessão é sua filha, Nebula e tenta ser um pai zeloso.

HISTÓRIA

Asgard




A opulência massiva da cidadela dos deuses pairava sobre a imensidão do espaço, ao fundo desta a Bifrost corria por várias direções seguindo rumos diferentes, ruas se entrelaçavam em volta de grandes construções e nelas muitas almas continuavam, perspicazes, sua vida. O ferreiro tocava a marteladas sincronizadas o seu sétimo trabalho do dia, o comerciante gargalhava de sua própria piada enquanto vendia suas mercadorias, a guarda real marchava em grupos nos diversos pontos local e ao fundo o era de certo de se ouvir sempre eram as cantorias e as alegrias da taberna. Ali e aqui sempre ocorria um desentendimento típico do sangue quente dos nórdicos como: O som abafado de chutes e pontapés; ou a dissonância de duas lâminas se encontrando; Ou o corte de ar de uma flecha atravessando o seu percurso em direção ao seu alvo. No geral, tudo ocorria bem. Num grande castelo, cercado de suas muralhas, na torre mais alta, afastada da confusão da cidade, uma silhueta iluminada pelo Sol e pelos mais diferentes tons de azul olhava o horizonte. As sombras de seu corpo se alongavam para dentro do quarto se unindo as dos móveis presentes. Uma mãe pousava seus braços tão cuidadosos, acalentando seu único filho prevendo que não poderia fazê-lo novamente. Seus cabelos ruivos tocavam com força o limite da janela, impulsionados pelo vento numa dança de fúria. Seus olhos verdes se estreitavam numa mistura conjunta com seu rosto, de serenidade e apreensão. Imersa em sua meditação, não percebeu o movimento da cama atrás de si. Outro corpo ergueu-se de seu sono e andou em sua direção. Tocou seu corpo coberto pelo vestido fino, o envolveu, beijando seu pescoço em seguida. —  Não há outra forma? — Surgiu essa exclamação da boca do homem de cabelos negros. Por alguns instantes parecia que não haveria respostas para ele, enquanto a moça permanecia imóvel, até que seus lábios voltaram a se mover devagar. — Não... Se ele ficar, sofrerá as consequências do que está por vir. Nosso filho deve partir.

Aqueles foram os últimos momentos em família que a criança teria talvez por toda uma vida. Naquela mesma noite, ele foi mandado através da Bifrost por Heimdall para Midgard, o Mundo dos Homens.


Ano de 1885, Estado de Ohio, Condado de Cuyahoga, Cleveland, Estados Unidos




Uma longa chuva castiga o estado de Ohio, parecia que um ciclone inesperado se formava nas proximidades da cidade de Ohio, no Lago Erie e uma tempestade descomunal acompanhava o fenômeno. A cidade estava em estado de emergência apreensiva, a medida que via que o ciclone parecia vir em direção a eles, raios assolavam por vários pontos a cidade e as correntezas castigavam a margem. Todos foram aconselhados a ficar em suas casas enquanto as autoridades pretendiam cuidar do caso. Em um dado momento, todos os raios se juntaram num só feixe de energia e acertaram o oceano a 300 km's da costa. Cerca de segundos após o feixe, tudo se normalizou, até um possível tsunami devido ao abalo do raio, não ocorreu. Durante os próximos dois dias, todos os noticiários atestaram o fato, nenhuma das organizações conseguiu explica-los, inventando alguma teoria que fosse conveniente para obscurecer sua falta de esclarecimento. No terceiro dia, foi autorizado o movimento no lago, tanto turismo, como pesca, dentre outras. Neste mesmo dia, um pescador simples, em modos e em equipamentos, fazia sua pesca diária pelo seu sustento. Depois de vinte minutos ao ter jogado sua rede, puxou-a e nela além de peixes, trouxe uma criança. O maior susto do homem não foi ver apenas uma criança, foi perceber que ela estava viva e envolta numa estranha aura verde. Assim que o tocou esta aura desapareceu. Temendo ser taxado de mentiroso, ou coisa pior, levou o garoto para casa em segredo e junto com uma mulher cuidou dele. Aos poucos, o que parecia temporário tornou-se fixo. Ambos não podiam ter filhos e adotaram o garoto. Donald Rumsfeld, o primeiro nome que recebeu na Terra, foi um garoto esperto, corria sempre perto de casa com os amigos, sonhava em ser um bom pescador igual ao "pai", chegou até o sê-lo, amou Katherina de Hidalgo, imigrante no país e suas vidas foram interrompidas pela guerra.

Quando os Estados Unidos entrou na guerra ele fez questão de se alistar. Já naquele lugar, foi considerado um dos melhores recrutas do pelotão, esforçado, ágil e forte. Marchando na linha de fronte, foi acertado por uma mina, a seguinte explosão lhe custou sua memória e o que pensava ser sua vida...


Asgard, alguns dias depois de sua partida...




Um pequeno conselho dos Æsir foi reunido para julgar a situação pelo qual as ações de Edyni, Asynjor do Clima, da Água e em menor escala dos Presságios, da Noite, da Magia, quase resultaram na descoberta de Midgard sobre Asgard. No palácio de Valaskjálf, morada do Pai de Todos, uma mesa em forma de "U" invertido, tomava boa parte do cômodo, em cima dessa, muita comida estava posta na mesa, os deuses sentados em cadeiras na extremidade externa, com Odin na ponta central, na parte central interna a Asynjor se prostrava de mãos próximas ao corpo, uma sobre a outra, de pé, com um olhar firme e orgulhoso para o líder. Era possível ver dentre eles, Odin, Frigg, Loki, Thor, Vili, Heimdall, Vidar, Váli, Balder (ainda vivo), Freya, Vé, Uller, Nani, Syf, Tyr, Syn (irmã de Edyni), Njorn (representando os Vanir) e Austregg, pai do garoto, filho de Odin, Æsir do Sol, da Manhã, das Armas, um grande lutador. Os homens comiam, de forma voraz, enquanto as mulheres tomavam taças de vinho ou comiam alguma fruta, graças a Odin que havia liberado para que comecem um pouco antes do julgamento. Quando o líder levantou sua cabeça, olhando com seu único olho para a ré, Hugin e Munin que estavam encostados em cada extremidade do trono, crocitaram e todos levantaram seus olhares para a ré. Odin foi o primeiro a falar, perguntando por qual motivo ela havia enviado seu filho pela Bifrost e por que naquele lugar. Edyni, com sua voz incrivelmente bela, começou a explicar que havia tido uma visão, que não só o Ragnarok estava próximo como algum mal interno prejudicaria ou mataria os deuses. O pai de todos ficou indignado, que como ele, um dos senhores proféticos, portador da cabeça de Mimir, com a sabedoria da Árvore da Vida, não possuía tal entendimento. A deusa respondeu que, isto lhe afetava diretamente, pois seu filho seria um dos primeiros, portanto, ele não podia prever ou ver algo que não o fosse de imediato. Como sábio que é pausou sua fala, sabia que precisava pensar sobre o assunto, então abriu a discussão para alguns outros deuses como: Tyr, Vili, Vé, Uller, Heimdall em forma de depoimento; alguns foram em sua defesa, Syn, Frigg, defendendo o direito de uma mãe se preocupar com seu filho, Austregg, Thor, Syf, Nani; e poucos foram contra, como Freya. Loki que até então estava se saboreando com seu estranho humor sádico, viu que sua diversão poderia acabar cedo e decidiu agir. Sussurrou no ouvido de seu pai, que mesmo que ela não tivesse feito nada de errado, ela havia o feito sem lhe comunicar o que era insubordinação. Visto este novo fato, comunicou a penalidade de 15 anos asgardianos, alguns séculos humanos e ao garoto ia passar os mesmos anos exilados de Asgard.


Década de 40




Quando foi acertado pela mina, o asgardiano foi tratado como morto pelos médicos, enterrado com honras pelo tempo de serviço e esquecido. Na verdade seu corpo se recuperava gradualmente de ferimentos graves, quando, voltou a vida. Sua mão direita irrompeu do solo profano, seguida da outra e depois do resto de seu corpo. A força asgardiana fez-se valer nessas horas. O choque foi inevitável. Primeiro por suas memórias que haviam desaparecido, depois ele precisava saber o motivo de estar enterrando enquanto vivia. Calada da noite, seus movimentos, porém acabariam por atrair o coveiro que morava no local, antes que fosse avistado fugiu. Ao se distanciar o bastante escondido na floresta, teve fome e ao pensar no que poderia comer algo encheu seu bolso. Enfiou a mão dentro, tirando uma maçã, completamente dourada, não se sabia como e por que aquilo estava com seu vestuário. Imaginou que alguém o esqueceu. Arriscou uma mordida, devido à fome e sentiu seu corpo inteiro se preencher de uma energia descomunal, seus músculos ficaram ainda mais rígidos, sua vitalidade retornou, sua fome desapareceu e seu corpo vibrava a uma velocidade que mal conseguia ver suas mãos. Comeu toda a maçã e arriscou dar um passo. Quando abriu os olhos novamente, estava no meio da floresta. Tentou outra vez com os olhos abertos e percebeu que as coisas se movimentavam em câmera lenta enquanto ele se deslocava a uma grande velocidade. Nesse momento teve a explicação de algumas coisas sobre si mesmo, ele não era normal, humano ou não.  

Tudo que tentou fazer depois foi voltar a uma vida normal, assumiu uma nova identidade já que não se lembrava da anterior, com documentos falsificados, ele odiava ter que fazê-lo, preferindo investigar sobre quem era de verdade quando tinha tempo. Com a entrada do país na guerra, ele se viu no mesmo dilema de um herói que só surgiria séculos depois. O encargo de ter um grande poder e fazer a diferença novamente ou permanecer nas sombras ignorando o sofrimento alheio. Pelo seu sentimento de dever, herdado ainda de sua primeira vida, não pode escolher outra se não a primeira. Sob o nome de Trevus Hall, entrou na guerra contra o Eixo.

No treinamento já se mostrou hábil em seu físico, na verdade assim que passou no teste foi posto na linha de frente. Teve papel importante em batalhas terrestres com armas de fogo, apesar de não gostar delas. Foi deslocado para marinha, onde pilotou alguns aviões, devido sua grande proficiência até conheceu o Capitão América, numa operação considerada de alto risco, pilotou o avião que transportou ele e outro cara "durão", chamado Logan, no resgate de algumas famílias capturadas. Foi um dos momentos pelos quais ele não regalia muito em esquecer, pois percebeu pela primeira vez que não era o único incomum. A verdade é que fez certo esforço para participar daquele momento e nada foi por acaso. Ambos eram conhecidos por seus feitos incríveis. Em outra missão tomou conhecimento da Hydra, pois bombardeou uma de suas bases.

Além de pilotar o que ele mais amava a leitura, sobretudo era uma forma de se manter são. No campo de batalha viu homens perderem a sanidade, apesar de ter contato com algumas coisas anormais, por pensar ser propriamente um super-humano, precisava ter um alento sobre suas origens. Sua atuação em frente à batalha e seu profundo interesse sobre o sobrenatural atraíram um estranho grupo. Numa noite densa, enquanto as tropas descansavam após uma semana intensa de batalha contra as tropas sicilianas, a barraca de Trevus foi invadida por uma grande escuridão. Espantado, enquanto as luzes apagavam o rapaz pegou sua arma. Logo as sombras se recolheram e cinco indivíduos surgiram. A maioria estava de, sobretudo devido ao frio que fazia e até onde ver todos eram humanos na aparência. Com a arma ainda engatilhada e mirando neles esperou uma resposta. Um homem de olhos muito azuis e uma máscara em seu rosto deram alguns passos a frente com as mãos para cima. — Calma soldado, estamos do mesmo lado. Vê? Desarmados... — Apontou para todos os outros que mostraram que não guardavam armas debaixo do sobretudo. — Somos os Nefastus e estamos aqui para lhe fazer uma proposta. — O homem, começou a explicar quem eram eles e qual seus objetivos com o rapaz. Eles eram um grupo que se propunha a combater e monitorar ameaças sobrenaturais. Cada um possuía uma habilidade diferente e disseram que ele seria de grande ajuda na próxima missão deles. Foi difícil no início convencê-lo daquelas coisas, até que o líder prometeu que poderia explicar algumas coisas sobre sua história e seus poderes. Exato que naquela noite, junto deles, ele enfrentou um estranho culto ocultista que dominava certo grau do que depois ele entendeu como magia. De fato sua velocidade surpreendeu aqueles feiticeiros, tornando fácil derrota-los. Aquela pequena aventura nunca iria sair da sua memória enquanto durasse e apesar de indicarem que iriam chama-lo de novo, nunca o fizeram. Tudo que o líder do grupo disse a ele no final da missão, foi que seus poderes tinham uma origem sobrenatural e que tudo iria se esclarecer em breve.


De volta a Asgard




Sua consciência ou memória vai se perder de novo muito depois da guerra, em 1956, quando já havia percebido que não envelhecia como seus amigos e estava preocupado com isso. Havia sido dispensado da marinha alguns anos antes, buscou prosseguir a vida, tornou-se carpinteiro, se casou com uma italiana, Piersa Bentinelli e eles tiveram uma filha. Numa tarde saiu em busca de madeira para seu trabalho, foi à floresta e enquanto cortava algumas árvores teve um ataque convulsivo. Perdeu toda a memória e caiu inconsciente no chão. Enquanto tinha o ataque, um corvo espreitava em meio às árvores, observando. Logo uma luz acertou o lugar vinda do alto e ele foi abduzido. Levado a Asgard por ordem de Frigg a Rainha Mãe, foi cuidado como igual. Assim que se recuperou tomou um susto ao ver que dois indivíduos o observavam e ele estava num lugar que ele não conhecia. Os dois o acalmaram e explicaram que eram seus verdadeiros pais. Depois explicaram sua situação. Ele tinha um grande problema no cérebro devido ao teleporte feito as pressas quando ele foi mandado para a Terra, só que com as magias medicinais poderosas ele haveria de recuperar a memória, no momento ele ainda estava em choque. Edyni ainda era cativa, conseguiu, porém essa visita ao seu filho, o que não impediu sua volta a cela. Austregg levou o jovem até sua casa por direito e por um curto período de tempo pode ter o gostinho do que é ser feliz. Aprendeu sobre a cultura asgardiana, a lutar, a língua, sobre sua família... E até sob seus poderes. Era como se fosse um turista num país estranho, numa vida nova. As partes mais importantes ainda eram as visitas as sua mãe. Ela contava tudo sobre todo o cuidado que tinha com seu filho e sobre seus avós. Com o tempo, se aventurou em ensinar-lhe a magia que ela praticava. Mesmo não tendo contato antes, ele parecia ter sido feito para aquilo. Com suas lembranças retornando, percebeu o quanto aquele homem mascarado tinha razão e se perguntou por que ainda não havia sido chutado de Asgard. Ele descobriu pela boca da rainha mãe que havia intercedido em favor dele e que acima de tudo o Pai de Todos havia entrado em seu estágio de sono profundo. Viveu dias muitos felizes conhecendo os outros deuses, os que eram a favor da sua estadia e até os que não gostavam dele. Seus planos mudaram quando ele decidiu pedir a Heimdall para lhe mostrar Midgard. A terra estava em grande perigo e seus sentimentos pelo planeta encerraram sua decisão no sentido de voltar. Quando contou tudo aos seus pais, ambos reagiram negando sua volta, ele realmente entendia sua reação, só que nada poderia o fazer trocar de ideia, então decidiram apoiá-lo no final. Sua mãe não pode estar presente na sua despedida, mas deixou um presente para ele. Tocou com seu dedo na testa do seu filho transferindo todos os seus feitiços para ele, pelo menos os conhecimentos para realizarem. Dizia que era uma herança de família. Perto da Bifrost, houve mais despedidas e presentes. Seu pai lhe deu uma espada feita de uru, era leve, cabo prateado, sofisticada, com algumas inscrições na sua língua mãe, ele a nomeou como Arabella e recebeu um baú com riquezas da sua família. Frigg queria presentear ele com mais alguma coisa, mais revelou um grande segredo, a mação de ouro havia sido presente dela e que havia o dado e talvez ele o agradecesse depois. Sua tia Syn, que tanto amava, provando ser uma lutadora esplêndida, deu a ele uma benção para atravessar os portões mágicos dos quais ela era protetora, incluindo sua terra natal.


Terra, anos 2000, época atual




Assim que chegou a Terra, foi surpreendido por um homem negro, que estava encostado num carro luxuoso, vestia um, sobretudo preto, despossuído de cabelos e com um tapa-olho que escondia seu olho direito. Era ninguém menos que Nick Fury, com uma pasta na mão. Quem o asgardiano não conhecia e estranhou aquele homem com um carro parado numa estrada deserta no meio de uma floresta. Assim que se aproximou dele, Nick Fury logo jogou a pasta em sua mão. —  Não tenho tempo para discutir. Você quer liberdade, fazer a diferença? Aí está sua oportunidade. Daremos-lhe cobertura, todas as identidades falsas que precisar, apenas entre no carro.— Disse ele mesmo entrando no banco do motorista, acendeu um cigarro esperando o sujeito. Calleb, como viria a escolher, ficou paralisado, com o que ouviu. Nick continuou. — E eu posso falar onde anda sua filha... — Isso foi o suficiente para fazê-lo entrar no carro e seguir caminho. No mesmo dia descobriu que Thor, seu tio, havia indicado ele para a Fury.

Demorou um grande tempo até o asgardiano se acostumar com aquilo tudo. Espionagem, ou mesmo confronto furtivo não era um conceito da sua terra natal. Quando conseguiu se acostumar combinou, força, velocidade, a garra do combate de Asgard e a sutilidade do treinamento da SHIELD. Logo era um dos melhores combatentes da agência e como um espadachim era imensurável sua capacidade. Devido a uma tatuagem cravada magicamente nas suas costas desde o nascimento, ficou conhecido como o lobo branco, mesmo assumindo o nome civil só de Calleb Smith. O que ainda surpreendia todos era sua ligação extremamente forte com a magia. Ele era o homem de confiança quando o assunto era casos sobrenaturais, entrando fundo no ocultismo e esoterismo humano, satisfazendo sua sede pelo conhecimento. Armado de todos estes recursos, ele jurava que estaria pronto para sobreviver a profecia de sua mãe e foi um ledo engano. Loki havia armado um grande circo, tudo que um Ragnarok precisava. Os Deuses foram pegos por uma armadilha, Calleb junto. Os deuses estavam levando a pior, pois o Deus das Trapaças e seus aliados eram fortes, mais junto com os aliados Thor conseguiu virar o jogo e Calleb ajudou. Foram dias de glória, todos foram aclamados e finalmente o herói ganhou seu nome reconhecido. Kan, Deus da Tempestade, dos Feitiços, do Combate Justo e da Fúria. Um dos Protetores de Midgard. Sua mãe finalmente foi liberta e seu pai ficou ainda mais feliz com o retorno dela. Tudo isso deu a ele animo para finalmente ir atrás de sua filha. Com informações privilegiadas, ele descobriu sobre sua filha ser uma heroína no mundo humano, seus poderes eram controle sobre o clima, era uma combatente excelente e no seu dossiê alegavam que seus poderes eram de origem asgardiana. Viu até seu antigo nome, nos documentos, Trevus Hall. Não consegui ler o resto, contava sobre a morte de sua esposa. O que precisava saber é que estava atrás de Leona Bertinelle, mais conhecida como Nebula. Sua alegria foi interrompida quando, chegado ao apartamento dela, tudo havia sido revirado. Na parede um pequeno desenho de um olho feito com sangue. Conhecia aquele símbolo e isso era uma péssima notícia. Estava na hora de convocar os seus velhos amigos...



OBJETIVOS/MOTIVAÇÕES
Seu principal objetivo é recuperar sua filha e fazer com que seus raptores paguem com suas vidas.
PREFERÊNCIAS
Odeia armas de fogo
EXTRAS E LINHA DO TEMPO
Nebula, é semi-asgardiana, mais herdou a longevidade do pai e apesar de parecer ter 18 anos ultrapassa a casa dos 100

A tatuagem de lobo foi dada por sua mãe para que nunca esquecesse a profecia.

O presente de Frigg era muito mais que uma maçã de ouro, deu dons além de sua imaginação

Calleb, não se sente próximo de seu avô e nutre uma repulsa por ele
FÍSICO OCUPADO: NAGISA — KANTOKU
LU


avatar
Localização :
Desconhecida

Mensagens :
12

Dólares :
775

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [Background] Calleb Smith - White Wolf

Mensagem por Anjo em Qui Fev 02, 2017 3:56 pm

Lobo Branco



Ficha Aprovada
Ganha 172 pela ficha, com direito a nível 1, está liberado para postar sua ficha de status e em rps,qualquer dúvida entre em contato com a Adm.

Boa sorte e bom jogo.




Tomei a liberdade de traduzi seu nome para este template, se não gostou,
poderia entrar em contato para que eu mude para o original

avatar
Mensagens :
219

Dólares :
3150

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [Background] Calleb Smith - White Wolf

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você pode responder aos tópicos neste fórum