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[FP INDIVIDUAL] Nobory Touches a Maverick

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[FP INDIVIDUAL] Nobory Touches a Maverick

Mensagem por John Maverick em Dom Fev 19, 2017 7:34 pm

Nobody touches a Maverick


Buzinas e mais buzinas era tudo que Maverick ouvia fazia umas duas horas. Poucos eram os momentos que passava em família, depois do que aconteceu ter um pouco e aproveitar era essencial isso fazia parte da única coisa que não havia aberto a mão. Foi por isso que aceitou o convite de seu pai de passar o natal na casa de sua tia, que não o via desde que era criança. O que ele não contava é que o “seu velho” fosse descuidado o suficiente para viajar na véspera do Natal e agora estavam encalhados na Golden Gates. Para ajudar sua meia irmã não ajudava com todo aquele comportamento agressivo contra ele, tudo que ela reservou para ele foi o doce gosto do desinteresse. O pior de tudo que ambos, pai e filho só estavam andando de carro por causa dela. Então no ritmo digno de uma tartaruga, sobravam aos dois Maverick conversar. John não se lembrava da sua tia, então direcionou muitos questionamentos sobre ela, pois se tinha alguma coisa que ele não entendia muito bem era a história da família de seu pai. Talvez fosse porque viveu pouco tempo como um “dependente” de seu pai, mais parecia que sua família estava quebrada. Nunca nenhum parente foi visitar os dois, o que só reforçou sua ideia. Na época era só um adolescente, agora tudo era diferente. Clark, não parecia muito interessado em dividir, mas se esforçou. Disse que sua irmã se chamava Catarina, que ela era muito rebelde na infância e que ela fugiu de casa bem cedo, desde então ele tem visto muito pouco ela. Isso era tudo que conseguiu arrancar, mesmo assim foi mais do que conseguiu em anos de tentativa. A única coisa estranha na viagem foi uma queda de luz pela rua toda que foi logo estabelecida.

A viagem demorou cerca de quatro horas e meia. Desconfia-se que se ela morasse mais longe não daria para chegar a tempo. A casa da sua tia era de um estio vitoriano, um pouco modernizado, suas paredes em pedra, eram adornadas de uma cor uniforme leve, num bege bem claro, enquanto alguns detalhes eram brancos como a transição de paredes, com um teto de telhas cinza. Havia muitas janelas grandes e espaçadas por toda a casa e a porta da frente era de uma madeira vernizada muito sólida. Uma pequena passarela de pedras de cascalhos atravessava toda a frente da casa, fazia uma curva pela direita da casa, depois para esquerda e seguia até onde não conseguia ver. Do lado direito da casa, outra construção em menor escala, mas semelhante a casa, foi construída, não sabia qual era sua utilidade. Clark estacionou na frente da residência e todos saíram do carro. Parece que alguém de casa conseguiu perceber sua chegada e ouviram barulho de chaves sendo usadas. A porta abriu. Uma mulher loira saiu da porta procedida por duas pequenas crianças, loiras e do seu lado um homem de cabelos castanhos fincou-se na porta. As crianças correram em direção a John e Acácia gritando: “Primos!”. Um dos meninos abraçou a perna do herói e ele lhe deu um abraço. Nem a sua rabugenta irmã resistiu a abraçar o outro irmão que a abraçou. Depois disso, elas começaram a fazer muitas perguntas, muito inquietas como toda criança nessa idade. Quando Catarina conseguiu acalmar seus filhos, todos foram apresentados e convidados a entrar.

A noite passou rápido depois que eles chegaram. Os meninos conseguiram fazer Acacia interagir, levando ela a se aproximar bastante de sua tia, as duas adoravam conversar, junto de Clark, revelando algumas histórias sobre sua infância. John descobriu que o marido de sua tia, portanto seu tio por casamento, Marcus, era um advogado especializado em pequenas causas e isso rendeu uma longa conversa dos dois. Para ele era bom encontrar um companheiro de profissão que não fosse tão arrogante como seus próprios sócios. A meia noite como é tradição todos comemoraram como era de costume. Catarina parecia não mentir para os gêmeos, Jason e Ullyses, pois não mandou eles irem dormir, pelo contrário, aconselhou eles a abrirem os presentes assim que pode. Antes disso, não menos importante havia acontecido um banquete e eles de fato comeram muito e os meninos estavam com um pouco de sono. Mesmo assim abriram, recuperando a energia que pareciam ter abandonado. Quando todos estavam felizes, levantando os mais desanimados, um acontecimento mudou tudo. As luzes da bela árvore de Natal se apagaram junto de todas as luzes da casa. Antes que alguém pudesse fazer alguma coisa, ouviu-se um barulho de janela quebrada, algo havia sido lançado para dentro e assim que aconteceu, um gás tomou conta da casa. Clark que naquele momento já havia raciocinado sobre a situação, usou seus poderes de super-velocidade para tirar sua irmã, as crianças e sua filha para o mais longe ou seguro que conseguiu. Enquanto o fazia, John se transformou em Prisma e foi em direção ao lado de fora da casa em busca dos seus atacantes. Tudo que lembra depois disto foi a luz apagando e desmaiando.

Clark voltou para casa na mais alta velocidade que pode e quando chegou se deparou com um Marcus do lado de fora. Ele explicou ao seu cunhado que uma coisa enorme havia levado John, que só havia conseguido ver a sombra. Clark tentou ir a traz de seja qual coisa havia raptado seu filho e não conseguiu achar nenhuma brecha. Quando retornou mais uma vez para Marcus viu um helicóptero MI-24 nos céus rodeando a casa, parecia pronto para pousar. — O que aquele helicóptero militar está fazendo aqui? — O velocista havia dito isso enquanto olhava o aeronave, descendo com o vento das hélices envergando a vegetação e as árvores em volta. Mais quando viu o rosto da pessoa parada a porta do helicóptero e o silêncio perante a sua pergunta constatou algo terrível. — Não... Seu des#@$%... Você é mesmo que diz ser? — O mutante disse isso desferindo um soco em alta velocidade na cara de seu cunhado e foi logo precedido pela presença que havia pulado do helicóptero. — Guarde suas energias, ele só é um homem preocupado com sua família. Temos inimigos para combater e um resgate para fazer, filho. — De traz deles o homem de meia idade se aproximava, roupas simples camufladas, luvas nas mãos, um boné camuflado e um óculos de sol. O que mais chamava atenção era sua boa forma, apesar dos seus perceptíveis cabelos brancos e seu bigode enorme. Um cinto cheio de bolsos dava a volta na sua cintura. Atrás dele mais dois soldados armados fazendo-se de sentinelas cada um de um lado. Clark olhou seu pai como se fosse um estranho, fazia muito tempo que não se viam. Ele não vivia uma boa relação com ele, depois que sua mãe morreu, quando ele tinha 12 anos, Robert praticamente abandonou seus filhos deixando-os por sua conta e se dedicando apenas ao trabalho. Agora ele era algo mais, o novo Hulk Vermelho, além de um maldito militar. A verdade é que um dia ele odiou cada mutante, inclusive seu filho e seres poderosos por considera-los perigosos, agora se tornou praticamente um deles. — A reunião de família vai ter que esperar ou sugiro que meu neto não vai ter muitas chances. — Disse quando os dois outros se separaram, todos foram levados para o helicóptero e começaram a viagem. General Robert começou a explicar tudo. Ele sempre vigiou seus dois filhos, mesmo distante, mas nunca pediria desculpas por isso. Explicou que Marcus era um ex-fuzileiro, que ele era um agente quando o general precisava para situações e que apesar do que parece não teve nada a ver com o casamento dele com sua filha. Marcus sabia da existência da filha de Maverick e se apaixonou por ela. Clark sabia que sua irmã foi casada com outro militar, que havia morrido na Guerra do Vietnã. Ficou pensando se ela sabia disso tudo, era provável. Então ficou curioso sobre o que havia raptado e seu pai parecia ter estas respostas. Começou a falar sobre um geneticista, Erick Davis, um homem genial com um intelecto admirável que trabalhava para o exército num projeto de armas biológicas, até que sua ambição cresceu e o projeto foi fechado. Ele pretendia usar seus experimentos para vender ao mercado negro ele havia sido detido até fugir com algumas experiências remanescentes. Jurou vingança contra o general, mas pensava que tinha mudado seus planos. Com os rastreadores que colocou em todos da família poderia rastrear o rapaz antes que descobrissem.

Em outro lugar, Jonh acordou preso pelas mãos e pelos pés. Parecia que ele estava dentro de alguma máquina, no seu núcleo, um globo. Até ouvir uma risada metálica. — Aha! Vejo que nosso convidado de honra acordou. John Maverick o pop star do momento, você está em todos os lugares. Ou deveria chamar de "Prisma". Heróis e seus trocadilhos. Deixe-me explicar mister de uma forma que você entenda... Eu lhe estudei, seus poderes são fantásticos e eu preciso deles. Então você é meu prisioneiro e minha bateria eterna de energia. Boa estadia. — A transmissão da voz foi rompida e a máquina foi ligada. Alguns anéis que circundavam o corpo cativo de John começaram a sugar a energia de seu corpo, provocando uma dor extenuante. Ele tentou escapar, sem sucesso, nem sua intangibilidade funcionou. Estava entregue ao destino, fraco e impotente.

Do lado de fora, no entanto alguma coisa estava se movendo para ajuda-lo. Um esquadrão formado por seu Pai, o mutante super-veloz e inteligente, ex-heroi conhecido como Chyper; Seu avô desconhecido por ele, General Robert L. Maverick, novo Hulk Vermelho, chefão do Exército Americano; e seu novo tio, Marcus, um ex-fuzileiro modificado, com poderes Cósmocinese e uma pele quase invulnerável, conhecido como Ômega Americano. Aquela era uma missão não oficial, então o MI-5 não estava autorizado a se aproximar muito, no entanto, não precisavam de muita distância com um Hulk abordo. O plano era simples, o general faria uma bagunça para chamar a atenção de qualquer que fossem as medidas de segurança, enquanto os dois se infiltravam em busca do John. Foi assim que aconteceu. General se transformou e saltou em direção à base, enquanto Marcus carregava Clark voando até o chão. Por dentro mesmo com dor excruciante Prisma ouvia alguma perturbação. Alguma coisa estava acontecendo. Hulk era implacável, arremessando objetos em cima dos seus atacantes até ser surpreendido por verdadeiras aberrações. Quimeras gigantes que irradiavam gama, tentando confrontá-lo. Era seu primeiro desafio com seus novos poderes. Cypher correu, correu e correu vasculhando todas as pistas em relação à Érik e seu filho até achar a máquina. Ômega Vermelho havia ficado de guarda enquanto ele tentava desliga-la. Conseguia ouvir os gritos de seu menino e estava começando a perder o raciocínio com isso. Para piorar outras quimeras havia chegado deixando Ômega ocupado. Tudo estava virando uma bagunça até que, mais uma vez o General Maverick chegou dando mais espaço para Ômega. Cypher finalmente conseguiu pensar em uma solução em segundos compreendendo o funcionamento da máquina. Ativou vários botões até perder a paciência e dar curto na máquina. Chamou o marido de sua irmã, pedindo para que ele invadisse a máquina para tirar John de dentro. A estratégia foi bem pensada, pois o corpo dele não foi ferido pelas energias, assim eles salvaram-no. Agora tinham que sair.  Então eles juntaram todas as suas forças e habilidades para abrir passagem pelo lugar. Cada esquina surgia um monstro diferente. Ômega e Prisma projetavam suas rajadas de energia, Hulk Vermelho espancava tudo que via pela frente e Cypher removia os humanos e soldados do campo, usando a força quando necessário. No final, havia conseguido incapacitar todos os inimigos e Érik fugiu. O exército chegou para desmantelar toda a operação. Mesmo exausto, machucado e com o corpo quase dormente, na volta para casa de helicóptero John não resistiu a fazer suas infames piadas.   — Boa reunião de família, deveríamos fazer isso mais vezes! — Todos caíram na gargalhada com aquelas palavras e ele se empolgou. — É sério mesmo, pensem só... Os Mavericks. Uma família se reunindo às vezes para quebrar a cara de alguns vilões que tal? Pensem nisso... — Assim tudo terminou ou começou?
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