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[RP Individual] Arquivo de Investigação: Caso Rockwell - Capítulo II

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[RP Individual] Arquivo de Investigação: Caso Rockwell - Capítulo II

Mensagem por Elizabeth Finnighan em Sab Jun 04, 2016 4:29 pm

Arquivo de Investigação:
Caso Rockwell


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Participantes: Elizabeth Finnighan
Local: Sem lugar fixo (vários locais)
Dia da Semana: Quarta-feira
Horário: Entre 5:00 e 18:00.


RP Individual Fechada

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Re: [RP Individual] Arquivo de Investigação: Caso Rockwell - Capítulo II

Mensagem por Elizabeth Finnighan em Sab Jun 04, 2016 8:53 pm

Arquivo de Investigação:
Caso Rockwell


Delegacia de NY, Sala do Comissário Rodder, 05:15

Elizabeth se ocupava em ler os arquivos acerca do caso Rockwell, organizando as informações que ainda lhe eram nova. Seu acesso garantido pelas informações em primeira mão, antes mesmo delas chegarem ao Comissário Rodder não podiam ser tidas como verdadeiras, e por isso a detetive se concentrava mais em obter meios de validar a veracidade do que conseguia, ao invés de se focar em ter fontes demais:

"Se havia a suspeitas de que a vítima um, dois e três foram contaminadas após as consultas, temos um padrão de incubação. Posso não ser virologista, mas sou boa em achar padrões... Uma semana de incubação aproximadamente, e não se trata só da infecção pós-consulta, elas já estavam com consultas marcadas justamente por estarem com suspeitas de alguma infecção, as autópsias não poderiam ser confiáveis, caso os efeitos do vírus fossem colaterais às infecções anteriores. Nesse caso, a autópsia mais segura e a do corpo do próprio dr. Rockwell, e como terei isso em primeira mão, será mais uma prova a meu favor..."

A detetive pensa, folheando os históricos das supostas vítimas do dr. Rockwell, e por um momento parando para ouvir a explicação do comissário Rodder:

- O seu papel na investigação não é desvendar como aconteceram os assassinatos, isso será a parte da polícia de Nova York. O que acontece é que antes de morrer, os diários de Rockwell apontavam que ele tinha conseguido criar um antídoto, mas não deixou pistas de onde. Você tem que encontrar esse antídoto.

Elizabeth observa alguns últimos papeis, até notar alguma coisa particularmente curiosa, porém guarda para si visto que isso lhe dava uma vantagem em sua investigação particular:

- Eu só vou exigir uma coisa, comissário.

A detetive fala para o comissário, chamando sua atenção que responde enquanto acende um cigarro:

- Diga...

- Eu preciso de acesso ilimitado aos diários do dr. Rockwell, vou precisar também de dois virologistas analisando os materiais dele sem que um entre em contato com o outro, e vou precisar de um auxiliar, mas não um auxiliar qualquer, preciso de um familiar de Rockwell.

O comissário Rodder solta um engasgo, espantado com a última exigência de Elizabeth. Ele conhecia os métodos incomuns da detetive, e embora nem sempre compreendesse os reais motivos dela elaborar certos procedimentos, seu histórico profissional não deixava dúvidas de sua competência:

- Elizabeth, eu sei que você não costuma ser a mais ortodoxa em relação a métodos, mas incluir uma pessoa tão próxima do sujeito investigado é colocar em completo risco não só a sua investigação, quanto a investigação da polícia... Essa pessoa teria acesso a dados que poderiam dar a um advogado o poder de revogar até o mais inflexível júri.

A detetive fecha as pastas em cima da mesa:

- Eu entendo que pode haver um receio de envolver uma pessoa próxima do alvo investigado. Mas essa pessoa entraria como minha auxiliar, oficialmente fora da investigação... Se me permite uma sugestão, pode indiciar uma pessoa que seja conhecida do dr. Rockwell, e deixá-la sob custódia...

- Acho que sei onde quer chegar. Mas não podemos prever se vai dar certo...

- A ideia não seria ganhar a confiança dela pra poder ter informações. O que quero com essa pessoa, vou manter sob sigilo profissional da minha investigação... Tem minha palavra que qualquer detalhe que deva saber, você vai saber.

Elizabeth fala com confiança. Ela sabia o que falava, porém, o excesso de confiança podia parecer um tanto desconfortável ou até mesmo ofensivo, dependendo da sensibilidade de quem estivesse perto dela:

- Não gosto de abrir exceções, mas vou ver o que faço. Ele tem uma filha, Amy Rockwell, mas parece que ela trabalha na polícia de Miami. Vou espremer alguns contatos pra conseguir o histórico dela, e tentar trazer ela pra cá sem causar inimizades... De qualquer forma, isso é tudo o que temos por enquanto.

A detetive dá uma última checada nas pastas, e pegando tudo:

- Ok, comissário, preciso que avise os responsáveis pelo depósito das provas que eu posso querer ter acesso a algumas provas coletadas sobre os casos anteriores, e sobre o caso Rockwell. De qualquer forma, assim que tiver algum avanço, irei informá-lo.

Elizabeth fala com firmeza, deixando para trás um comissário mau-humorado, porém mais aliviado por ter ela numa investigação de suporte.

Prédio abandonado, 10:02

A detetive observa a paisagem urbana movimentada pelo horário de expediente, onde as pessoas caminhavam olhando para o chão, e evitavam justamente o local onde ela se dirigia sem olhar para os lados. O prédio abandonado era o lugar conhecido dos moradores de rua, viciados em drogas, além de ser pontos de prostituição considerados "underground":

- Eu preciso falar com Andrew.

Elizabeth fala após entregar uma nota de dólares para um garoto de rua, negro, de bermudão que estava sentado na escada do prédio:

- Peraê, dona.

O garoto responde, entrando no prédio. A entrada de não-conhecidos era controlada pelas gangues locais, geralmente os que usavam o local como laboratório improvisado, ou mesmo pontos de distribuição para pequenos traficantes... A presença de Elizabeth ali não era de toda estranha, visto que seu amigo Andrew, recebia visitas dela, além de vez ou outra, ter ajudado alguns moradores do lugar. Enfim, ela tinha com quem contar ali:

- Entra...

A detetive faz um sinal para o garoto, que abre a porta pra ela, e assim que ela adentra o local, fecha em suas costas. O ambiente interno era escuro, abafado, onde a luz do sol era barrada por tábuas nas janelas empoeiradas, as portas todas com fechaduras arrombadas deixavam à mostra quartos improvisados com panos no chão, colchões velhos, roupas, enquanto as pessoas que se amontoavam ali tornavam o ambiente um tanto quanto ameaçador, pra quem estrasse ali pela primeira vez (o que não era o caso de Elizabeth):

- Andrews, que prazer em vê-lo... Há semanas que não tinha tempo pra passar por aqui...

Elizabeth fala para o veterano maltrapilho que estava sentado sozinho dentro de uma das salas ocupadas do prédio, como um quarto improvisado, entregando-lhe um pacote onde havia um recipiente com comida fresca, e uma garrafa pequena de uísque:

- Lizzie, faz tempo que não vem aqui... Obrigado.

O velho veterano agradece a comida, abrindo a garrafa de uísque e tomando um longo gole:

- Mas diga, o que tem de novo?

- Essa é uma boa questão, Andrew... Pode me falar um pouco mais sobre os sumiços dos sem-teto, e os corpos achados? Parece que tenho algumas pistas sobre o que pode ter acontecido com eles...

Elizabeth pede ao veterano de guerra, arrancando-lhe um sorriso após ouvir que ela tinha pistas. A detetive sabia que o ex-soldado se importava com "sua gente", e se preocupava com os sumiços inesperados e a realidade social acerca dos excluídos...

Continua...

NPC's Importantes:


Descrição: Abaixo são apresentados os principais personagens na trama da RP acima.

- Nome: Andrew Spark
- Idade: 67 anos
- Raça: Mutante
- Profissão: Desempregado (Sem-teto)
- Descrição Física: Andrew tem 1,80m de altura, 65 quilos, corpo magro e ossudo, tem cabelos castanhos escuros e desgrenhados, pele branca queimada do sol, e olhos castanhos. Anda sempre esfarrapado e maltrapilho, além de ter problemas com alcoolismo. Consegue se transformar em um cachorro preto, além de assumir formas intermediárias.
- Participação: Informante de Elizabeth.

- Nome: Amy Rockwell
- Idade: 28 anos
- Raça: Humana
- Profissão: Policial
- Descrição Física: Amy tem 1,65m de altura, 58 quilos, corpo definido, tem cabelos loiros, lisos e curtos, pele branca e olhos castanhos.
- Participação: Auxiliar de Elizabeth, filha de Anthony Rockwell.

- Nome: Anthony Rockwell
- Idade: 47 anos
- Raça: Humano modificado geneticamente
- Profissão: Virologista, suspeito de ser assassino em série
- Descrição Física: Anthony tem 1,78m de altura, 65 quilos, corpo magro e esguio de musculatura definida, pele branca (caucasiano), cabelos castanhos escuros curtos, e olhos castanhos.
- Status: Inativo. Morto.
- Participação: Paciente zero do vírus Hecatombe.

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Re: [RP Individual] Arquivo de Investigação: Caso Rockwell - Capítulo II

Mensagem por Tempestade em Dom Jun 12, 2016 9:58 pm

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